Conecte FIS, Finastra ou Jack Henry ao Salesforce Financial Services Cloud e à sua stack de detecção de fraudes. Mantenha os sistemas que sustentam seu banco.
Auditoria, controle de acesso e privacidade fazem parte de cada pipeline.
Times de integração vão da primeira versão à produção em dois meses.
Transforme dados isolados do core em fluxos limpos e estruturados para IA.
“A simplicidade da plataforma e a abordagem low-code/no-code tornam a solução acessível para além dos times técnicos, permitindo que as áreas de negócio participem da criação e da gestão das integrações.”

Conecte FIS, Jack Henry ou Finastra a sistemas modernos sem modificar o código legado.
Processe transações por meio de pipelines orientados a eventos, sem atrasos de polling.
Envie sinais de transações em tempo real para mecanismos de risco com IA assim que um alerta for disparado.
Acesse históricos de crédito e dados comportamentais em tempo real para alimentar decisões automatizadas de subscrição.
Sincronize dados de core banking, CRM e programas de fidelidade de forma bidirecional para criar uma visão completa do cliente.



Com workflows à prova de falhas, desenvolvimento unificado de agentes e atualizações gerenciadas, você pode focar no que está construindo.
Preços simples baseados em consumo, assim como seu provedor de nuvem. Sem complementos complicados.
Aceleração de IA combinada com uma experiência de desenvolvedor low-code flexível e implantação simplificada.
Os prazos podem variar significativamente. Uma integração bem definida entre uma plataforma de core banking, como FIS, Jack Henry ou Finastra, e uma aplicação moderna normalmente leva de 4 a 12 semanas, dependendo de fatores como a complexidade do sistema, requisitos de transformação de dados e uso de protocolos legados.
Como exemplo, um dos principais bancos brasileiros colocou uma integração com a Digibee em produção em apenas 52 dias.
Uma arquitetura moderna trata o core como o motor do banco e a plataforma de integração como seu sistema nervoso. Sistemas de core banking, como FIS e Jack Henry, são projetados para processar operações críticas, como livros-razão e transações.
Conectar ferramentas externas diretamente ao core cria dependências rígidas e aumenta a complexidade. Uma única atualização de fornecedor pode causar impactos em todo o sistema.
Ao usar uma plataforma de integração como uma camada desacoplada, a complexidade de tradução, segurança e orquestração dos fluxos fica fora do core. Isso facilita adicionar ou substituir componentes, como um provedor de KYC ou um sistema de originação de empréstimos (LOS).
O Open Finance no Brasil, a CFPB 1033 nos Estados Unidos e a PSD2 na União Europeia exigem que instituições financeiras disponibilizem dados de clientes por meio de APIs seguras e governadas.
A camada de integração gerencia o fluxo desses dados, extraindo informações dos sistemas core, aplicando controles sobre dados pessoais e direcionando-as para endpoints de API em formatos compatíveis.
Uma camada de gerenciamento de APIs cuida da governança da exposição externa, incluindo autenticação, limitação de requisições, gestão de consentimento e auditoria.
Plataformas de integração que suportam ambas as camadas, ou se conectam de forma eficiente a uma plataforma dedicada de gerenciamento de APIs, reduzem a complexidade arquitetural necessária para atender a esses requisitos sem reconstruir os sistemas core.
Para preparar sistemas legados para a era da IA, bancos precisam transformar dados passivos em um ecossistema ativo, em tempo real e semanticamente enriquecido.
O principal obstáculo muitas vezes não é o modelo de IA, mas o formato dos dados. Sistemas core legados normalmente produzem registros rígidos e pouco padronizados, como COBOL ou arquivos simples, que LLMs e sistemas de machine learning não conseguem consumir com eficiência.
Uma camada de integração pode transformar esses dados em tempo real, convertendo informações brutas em fluxos estruturados e vetorizados. Isso cria uma camada de dados pronta para IA, capaz de alimentar arquiteturas RAG e fornecer aos modelos contexto transacional preciso e atualizado.
A integração moderna substitui a dependência de uma segurança baseada apenas em perímetro por uma arquitetura Zero Trust.
A plataforma de integração funciona como uma camada de proteção entre aplicações externas e os dados do core. Ela pode mascarar dados pessoais antes que saiam do ambiente interno, converter protocolos legados para padrões criptografados, como TLS 1.3 e OAuth 2.0, e gerar logs de auditoria para cada acesso aos dados.
Essa abordagem permite inovar por meio de APIs sem comprometer a integridade dos sistemas core.
Três métricas. Um painel. Sem surpresas.
Release notes e atualizações do time Digibee.
HTTPS apenas de saída. Sem alterações no firewall. Conectado ao mainframe desde o primeiro dia.