Entenda como um ambiente em nuvem pode gerar ganhos significativos de eficiência para empresas de serviços financeiros e como superar os principais desafios da migração.

Migrar de ambientes on-premises para a nuvem pode gerar ganhos significativos de eficiência para empresas de serviços financeiros, permitindo aproveitar inovações e melhorias importantes, como automação, otimização de processos, mais segurança e a redução da dependência de data centers antigos.
Ainda assim, segundo uma pesquisa recente da McKinsey, a adoção da nuvem no setor financeiro ainda está em estágio inicial: apenas 13% das organizações possuem metade ou mais de sua infraestrutura de TI na nuvem.
A boa notícia é que o setor está avançando. Entre os entrevistados, 54% esperam migrar pelo menos metade de seus workloads para a nuvem pública nos próximos cinco anos.
Mas chegar à nuvem nem sempre é simples. Este artigo mostra como reduzir, e até evitar, muitos dos desafios que empresas de serviços financeiros podem encontrar durante esse processo, ajudando a garantir uma transição mais tranquila e com o mínimo de impacto para o negócio.
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A performance do ambiente em nuvem é fundamental para manter a continuidade das operações e minimizar interrupções, como downtime de TI, que afetam o negócio. Problemas de performance na nuvem geralmente estão relacionados à disponibilidade, latência da rede ou atrasos no processamento das aplicações.
Antes de iniciar o processo de migração, é importante:
Tome decisões de migração com base nos fluxos de dados ou domínios de negócio, e não apenas nos sistemas que fornecem ou recebem esses dados. Escolha uma tecnologia que ofereça flexibilidade para migrar o que precisa ser migrado e manter outros sistemas onde estão.
Desacoplar os fluxos de dados em containers completamente isolados permite ajustes tanto verticais quanto horizontais. Esse modelo ajuda a otimizar o tráfego entre os diferentes pontos, reduzindo limitações de performance normalmente associadas à migração para a nuvem e direcionando a análise para a capacidade dos endpoints.
Os custos de nuvem estão aumentando rapidamente para muitas empresas de serviços financeiros. Estima-se que bancos desperdicem até 35% dos gastos com nuvem em atividades ineficientes.
Por isso, é fundamental gerenciar cuidadosamente os custos e considerar a duração e a complexidade da transição para garantir um retorno consistente sobre o investimento.
Existem algumas maneiras de controlar os custos da migração para a nuvem:
Um modelo de plataforma como serviço elimina a necessidade de investimentos iniciais em infraestrutura e permite ajustar os custos de acordo com o escopo do projeto sem comprometer a agilidade ou a escalabilidade da solução.
Enquanto ferramentas tradicionais de fornecedores de nuvem se concentram principalmente na transição, uma plataforma de integração corporativa como serviço (iPaaS) baseada em nuvem pode simplificar a migração e, ao mesmo tempo, preparar a arquitetura para futuras iniciativas de modernização e ganhos de eficiência.
Empresas de serviços financeiros estão sujeitas a níveis de fiscalização e exigências regulatórias muito maiores do que muitos outros setores. A indústria exige protocolos de controle, processos e documentação capazes de atender a diretrizes rigorosas.
Provisionamento, entrega de infraestrutura e operações estão entre os principais desafios associados à computação em nuvem, principalmente devido à complexidade de implementar, utilizar, controlar e manter corretamente os ativos de TI.
Modelos tradicionais de governança precisam ser adaptados aos novos ambientes para aumentar a segurança, gerenciar riscos e evitar problemas como:
O problema da shadow IT e o uso desnecessário de recursos reduzem a eficiência operacional e a segurança, além de aumentar os custos.
Uma gestão robusta das operações em nuvem ajuda a superar alguns dos desafios da migração. Acordos de nível de serviço (SLAs) definem os níveis esperados de performance, mas o monitoramento contínuo é necessário para garantir seu cumprimento à medida que os componentes da infraestrutura mudam.
Processos e verificações precisam estar alinhados aos padrões do setor e da empresa antes que o código seja colocado em produção. Requisitos de segurança e controles de acesso também precisam estar definidos.
A observabilidade permite que administradores coletem dados internos e externos de recursos conectados para monitorar e entender seu comportamento, investigar anomalias e melhorar a performance e a disponibilidade.
Isso pode ser especialmente desafiador em ambientes em nuvem devido ao enorme volume de dados e componentes presentes nessas arquiteturas. Na verdade, 75% dos CISOs de empresas de serviços financeiros afirmam que o gerenciamento de vulnerabilidades se tornou mais difícil à medida que aumentou a necessidade de acelerar a transformação digital.
Certifique-se de que as ferramentas de observabilidade escolhidas ofereçam:
Segundo a VMware, no primeiro semestre de 2020 houve um aumento de 238% nos ataques cibernéticos direcionados a instituições financeiras. Esse dado reforça a importância de avaliar se os controles e práticas utilizados em sistemas on-premises são adequados, ou precisam ser substituídos, para atender às exigências dos ambientes em nuvem.
Uma transição mal planejada pode introduzir novos riscos à operação:
Recursos mission-critical devem ser implementados em áreas logicamente isoladas. Links WAN dedicados e configurações de roteamento estático definidas pela empresa podem ser utilizados para personalizar o acesso a dispositivos, redes, gateways e endereços IP públicos.
Proteja todas as aplicações distribuídas na nuvem e atualize automaticamente as regras de WAF quando houver uma mudança mensurável no tráfego. Também é fundamental aplicar e garantir o cumprimento consistente de todas as políticas e processos de segurança do setor financeiro.
Utilize criptografia em todas as etapas do transporte de dados e implemente softwares capazes de detectar, identificar e corrigir ameaças em tempo real.
O modelo de iPaaS corporativo cloud-native da Digibee ajuda a reduzir os riscos associados aos principais desafios que podem comprometer processos de migração para a nuvem e modernização da arquitetura, contribuindo para uma transformação digital mais simples e segura.
Nossa solução vai além de mover dados e processos para a nuvem. A Digibee ajuda empresas de serviços financeiros a preparar suas operações para o futuro, inclusive para competir em um mundo cada vez mais digital.
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Rodrigo cofundou a Digibee com base nos princípios de simplicidade, agilidade e relações humanas sólidas, com o objetivo de reduzir a dependência de desenvolvedores e permitir que clientes com menos conhecimento técnico acelerem suas transformações digitais com mais eficiência e menor custo. Formado em Ciência da Computação e com MBA, Rodrigo ocupou cargos de liderança na CA Technologies e na Zup Innovation antes de fundar a Digibee.
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