Entenda por que empresas migram dados e aplicações entre diferentes ambientes de nuvem, quais são os principais desafios e como tornar esse processo mais eficiente.

A migração de nuvem para nuvem é exatamente o que o nome sugere. É o processo de transferir ativos digitais, como dados e aplicações, de um ambiente de nuvem para outro.
Você provavelmente já leu mais artigos do que gostaria sobre como, por que e quando migrar sistemas, dados e aplicações para a nuvem. Mas e a migração de uma nuvem para outra? Tente procurar informações sobre isso e provavelmente encontrará bem menos resultados.
As buscas no Google sobre migração de nuvem para nuvem tendem a ignorar o segundo “nuvem”, como se fosse uma repetição, e direcionar os resultados novamente para os benefícios da migração para a nuvem ou para comparações entre nuvens públicas, privadas e ambientes multicloud.
Ao pesquisar os tipos de migração para a nuvem, também não existe muito consenso sobre quantos existem. E quase todos se concentram na migração de sistemas on-premises para a nuvem. Para registro, normalmente são diferentes combinações de rehosting, redeployment, repackaging, refactoring, repurchasing, retiring e retaining.
Então, o que é migração de nuvem para nuvem? E por que uma empresa faria isso?
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Se você já fez a migração para a nuvem, por que passar por tudo isso novamente? Mesmo as transições mais simples trazem algum nível de estresse. Quem termina um projeto que pode ser demorado e causar impactos na operação e pensa: “Ei, vamos fazer tudo isso de novo!”?
Claro que é um exagero. Ninguém fica simplesmente movendo todos os seus dados e aplicações de uma nuvem para outra sem um bom motivo. Ainda assim, empresas estão adotando a migração entre nuvens com mais frequência do que você imagina. Por quê?
Praticamente todas as empresas utilizam a nuvem de alguma forma. E 87% das organizações adotaram uma estratégia multicloud. Com vários ambientes de nuvem em operação, é bastante provável que, em algum momento, seja necessário transferir dados, aplicações ou outros ativos de um ambiente para outro.
Ou seja, a migração de nuvem para nuvem é bem mais comum do que os resultados de busca podem fazer parecer. Mas o que está impulsionando esse movimento entre diferentes nuvens?
Sua empresa está em constante evolução, e o que ela precisa de um ambiente de nuvem também muda ao longo do tempo. Nem todo ambiente é adequado para todos os casos de uso, o que ajuda a explicar a ampla adoção de estratégias multicloud. É justamente nesse cenário que entra a migração de dados entre nuvens.
Provedores de serviços em nuvem possuem diferentes pontos fortes e limitações, assim como sua empresa tem prioridades diferentes para cada sistema hospedado na nuvem. Essas diferenças podem criar argumentos sólidos para uma migração de nuvem para nuvem.
Nem todos os ambientes de nuvem são estruturados para atender às mesmas necessidades. Uma solução projetada para armazenar grandes volumes de dados que raramente são movimentados, por exemplo, pode deixar de ser economicamente interessante se você passar a fazer uploads e downloads desses dados com frequência.
Informações críticas para o negócio ou dados sensíveis de clientes precisam ser armazenados em um ambiente de nuvem capaz de atender a requisitos específicos. Se o ambiente atual não consegue cumprir esses padrões, pode fazer sentido migrar dados importantes para outro provedor.
O ambiente escolhido por seus altos níveis de segurança pode não oferecer a performance necessária para aplicações utilizadas intensivamente. Sistemas voltados aos clientes e hospedados na nuvem precisam oferecer alta performance e níveis mínimos de indisponibilidade.
Se os recursos ou capacidades do ambiente de nuvem deixarem de acompanhar os objetivos e necessidades da empresa, pode ser necessário buscar outra solução. A necessidade de maior controle, mais transparência ou melhor integração entre sistemas são alguns exemplos.
Como a migração entre nuvens não envolve alguns dos problemas encontrados em uma transição de ambientes on-premises para a nuvem, muitos dos desafios normalmente associados à migração não se aplicam.
A essa altura, sua empresa provavelmente já desenvolveu uma estratégia de nuvem e definiu o que espera alcançar com a migração. Também já entende os requisitos relacionados a custos, segurança, compliance e tecnologia e, idealmente, já conquistou o apoio interno necessário para utilizar a nuvem.
Isso, porém, não significa que a mudança de uma nuvem para outra será livre de problemas.
Os principais desafios da migração de nuvem para nuvem estão relacionados à própria mudança e aos impactos que ela pode gerar:
Existem bons motivos para realizar uma migração entre nuvens, assim como existem desafios que podem tornar esse processo pouco atraente.
Se sua empresa decidiu que mover ativos do ambiente atual para uma nova nuvem é o caminho certo, algumas medidas podem reduzir os impactos e as interrupções. A boa notícia é que muitas delas são as mesmas que deveriam ter sido adotadas na primeira migração para a nuvem:
Na Digibee, desenvolvemos um iPaaS low-code que ajuda a simplificar a migração de nuvem para nuvem. Os componentes flexíveis, escaláveis e reutilizáveis do iPaaS da Digibee ajudam a tornar mais simples tanto a migração para a nuvem quanto a transferência entre diferentes ambientes de nuvem.
Veja na prática. Traga seu caso de uso de migração de nuvem para nuvem e agende uma demonstração sem compromisso para entender como nossa plataforma pode simplificar o processo de migração.

Rodrigo cofundou a Digibee com base nos princípios de simplicidade, agilidade e relações humanas sólidas, com o objetivo de reduzir a dependência de desenvolvedores e permitir que clientes com menos conhecimento técnico acelerem suas transformações digitais com mais eficiência e menor custo. Formado em Ciência da Computação e com MBA, Rodrigo ocupou cargos de liderança na CA Technologies e na Zup Innovation antes de fundar a Digibee.
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